Expresso das Ilhas

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Sokols 2017 reafirma urgência da autonomia mas sem colocar em causa unidade nacional

A autonomia das ilhas vai exigir a reorganização política do Estado mas sem pôr em causa a ideia de país. A posição é defendida pelo movimento cívico Sokols 2017.

 

Na última edição do Panorama 3.0, da Rádio Morabeza, Nelson Faria, um dos elementos do grupo, esclareceu, que a autonomia exigida não é independentista.  

“Cabo Verde é um país uno e assim continuará a ser. A autonomia que defendemos é a nível decisório, de pensamento e de execução do que pretendemos e do que vislumbramos para a ilha, obviamente, enquadrada no todo nacional”, explicou.

Na mesma linha, Salvador Mascarenhas comentou que este é um processo que deve começar pela descentralização.

“Isso seria a distribuição financeira de riqueza pelo país, não a capacidade decisória da tal autonomia que nós pretendemos no futuro, mas como uma urgência para ontem, porque o resto do país está a estagnar (...),a própria cidade da Praia está a implodir com tanta gente”, considerou.

Questionado sobre se esta medida não acarreta um risco de fragmentação do país, Carlos Araújo disse que não.

“Acredito que, estas pequenas unidades produtivas [as ilhas] vão sentir uma necessidade grande de se unirem entre si e com o governo central. Acredito, é que iremos passar a ter um governo central muito mais forte e com maior capacidade de fazer o que é necessário fazer e vamos ter nas ilhas uma outra capacidade de se auto-desenvolverem”, afirmou.

Para Carlos Araújo, o tema autonomia ainda não entrou no vocabulário dos intelectuais nacionais mas já foi apreendido pela população em geral. 

 

Recupere a edição desta semana do Panorama 3.0 e faça like na página do programa.

 

 

  

quarta, 11 outubro 2017 12:48

1 comentário

  • Maria José 11-10-2017 Reportar

    Palhacada...

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