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Lançada petição para retirada de livros escolares com erros

Uma petição está a circular na internet exigindo ao Ministério da Educação a retirada do mercado de manuais com vários erros, esperando recolher 2.000 assinaturas para entregar aos deputados.

 

A petição foi lançada na sequência de terem sido detectadas várias falhas em manuais de Matemática do 1.º ciclo, no arranque do novo ano lectivo, e depois de o Ministério ter adiantado que, apesar dos erros, vai manter os livros no mercado.

No texto da petição, os seus promotores referem que a educação é um direito previsto na Constituição da República, pelo que cabe aos governantes criarem "políticas eficientes" e "medidas abrangentes" para que a população desfrute desse direito.

"Por isso, tendo recebido de pais e professores várias queixas, vimos por este meio solicitar ao Ministério da Educação (ME) que avalie a situação criada e mande retirar os manuais em circulação para o bem da comunidade educativa em Cabo Verde", lê-se no documento.

A petição foi lançada pela página no Facebook Provedor do Mindelo, que tem como um dos administradores Lucas Monteiro, que já foi professor e formador.

A petição foi lançada esta terça-feira de manhã e por volta das 8:00 da manhã de hoje já tinha ultrapassado os 1480 assinaturas.

A iniciativa terá a duração de 10 dias e os seus promotores querem recolher 2.000 subscrições, que depois serão entregues aos deputados e à Associação de Defesa dos Consumidores (ADECO), que, entretanto, em declarações à RCV, defendeu a retirada dos manuais.

"Tendo em conta o período de vigência, contamos atingir a meta", perspectivou à Lusa Lucas Monteiro.

O PAICV e a UCID já exigiram a retirada imediata dos manuais do mercado.

O Ministério da Educação adiantou que os manuais são para manter até final do ano lectivo e que serão corrigidos através de erratas ou de autocolantes.

quarta, 04 outubro 2017 07:44

1 comentário

  • arthur 04-10-2017 Reportar

    Senhores , ninguém se demite porque quem tem a responsabilidade da feitura desses manuais é o Ulisses Correia e Silva que os fez através duma cunhada que vive na Suécia e é casada com um professor universitário da língua portuguesa e da história geral da áfrica antiga na Universidade de Upsala, Suécia. A equipa liderada pelo concunhado do Ulisses fez todo esse trabalho como sendo um estudo solicitado por esssa Universidade que pretende conhecer melhor a educação, o ensino as formas de transmissão dos conhecimentos na África moderna, pós colonial. Por isso é que os derigentes do menistério da iducação não podem ser dimitidos. A houver dimissão o dimitido deve ser o premeiro Menistro Ulessis Correia e Selva. Pronto, falei. Agora o que me parece é que os derigentes da iducação viram as gralhas e não fizeram nada e em protesto e conspiração deixaram que o Ulessis fosse tramado por ter chamado a sua cunhada e concunhado para fazerem os manuais em vez da prata da casa, que está mais para estanho do que prata.

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