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Ano lectivo 2017-2018: Ensino da língua portuguesa no 1º ano com recurso a CD interactivo

No próximo ano lectivo o ensino da língua portuguesa no primeiro ano de escolaridade vai ter um caderno e CD interactivo como materiais de apoio, anunciou a ministra da educação, Maritza Rosabal, à margem do Conselho do Ministério da Educação (CME) que acontece hoje e amanhã, na cidade da Praia.

 

“Nós temos um novo programa com novo material, neste caso são cadernos de apoio. Vão ser testados durante este ano e recolhidas todas as contribuições para que seja um produto melhor para o próximo ano”, realça a ministra que acrescenta que "além disso, eles têm um CD interactivo”.

Para que esta nova forma do ensino da língua portuguesa dê resultados positivos, perto de 574 docentes vão ter formação no início do ano lectivo. O objectivo é promover a familiarização dos professores com metodologia e materiais.

Uma vez que há novidades para o ano lectivo que se aproxima, o CME vai fazer a uniformização do panorama educativo. Novidades que se prendem com o aumento do acesso ao pré-escolar em todos os municípios, implementação da nova orientação curricular e abordagem da educação pré-escolar como um ciclo propedêutico para a entrada no ensino básico.

Igualmente novidade, a introdução do ensino da língua francesa e inglesa no quinto ano de escolaridade, que será acompanhada com seus respectivos cadernos de apoio. “Neste caso, o que se quer é que a maior quantidade de estudantes possível do quinto ano tenha acesso às línguas francesa e inglesa”, realça Maritza Rosabal.

Já no nono ano de escolaridade, o ensino do mandarim, como disciplina opcional, vai ser uma realidade em São Vicente, Praia e Santa Catarina de Santiago. 

Já sem surpresas é a avaliação dos resultados do ano lectivo findo. “Não têm grandes variações dos resultados anteriores. Às vezes é um bocadinho da redução do abandono num lugar, mas não há grandes variações, a nível geral”, revela Maritza Rosabal.

A nível da manutenção e reabilitação das infraestruturas escolares, até o final do ano o ministério espera efectuar 108 intervenções. Até agora cerca de trinta escolas já foram contempladas. “Intervenções nos tectos, casas de banho, acesso à água potável, mas continuamos no próximo ano. O que quer dizer que nós vamos ter uma verba sempre fixa para manutenção e reabilitação escolares”, diz.

quarta, 09 agosto 2017 15:27

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