Plano Nacional de Combate à Violência e Criminalidade já está a ser implementado / Sociedade / Detalhe de Notícia


10-3-2010

Plano Nacional de Combate à Violência e Criminalidade já está a ser implementado

O Comando Regional da Praia deu início por volta das 10 horas de hoje, a primeira fase do Plano Nacional de Combate à Violência e Criminalidade, em parceria com a Policia Militar e a Polícia Judiciaria.

Para esta operação, o Comando da Praia disponibilizou 250 efectivos cerca de 70 por cento do seu pessoal, que é complementado por 90 soldados da Polícia e Militar e um contingente de agentes da Polícia Judiciária.

Hoje, no primeiro dia da operação, esta força conjunta irá desenvolver acções em quase todos os Bairros da Capital, com patrulhamento auto e apeado, para operações de busca e revista a pessoas e viaturas.

Serão efectuados cercos por agentes da Polícia Nacional e soldados da Polícia Militar, em alguns bairros da capital, nomeadamente: Castelão, Coqueiro, Paiol, Achada Mato e Ponta d'Água, com o objectivo de permitir a realização de operações de revista e busca, por parte das Brigadas Anti-Crime e Investigação Criminal.

A primeira fase deste Plano Nacional de Combate à Violência e Criminalidade, que arranca hoje, vai até o dia 10 Julho, num pequeno interregno para a avaliação, para depois prosseguir até finais deste ano de 2010.

10-3-2010, 11:39:59


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Comentários


Bem e as zonas de lem ferreira e achada grande?
Infelismente a situaçao de segurança em Cabo Verde, impoe que os militares saem a rua para por fim a drama da linlinquencia, perpetrado por jovens rivais dos bairos lilitrofes. Por mim ,e para muitos de bom senso, desejamos que o fim desta situaçao seja breve, e que no decurso das operaçoes ante-thugs, nao haja nada de grave que entresteçam os coraçoes. Bem haja paz, amor, tranquilidade e respeito pela diferença, para todos os Caboverdianos. Caboverdianamente, amigos na mesma.
O que se sabe, dos manuais de planejamento é que a parte mais delicada num processo decisório. Dizem os manuais que leva-se, em regra cerca de 80% do tempo a planejar uma acção. Ora, o governo levou algumas horas a elaborar um plano nacional de combate à violência. Isso é uma receita para p falhanço.
Parabens a pulisia! Deus ta djuda-nhos.Di faktu nhos sa ta faze un grandi trabadju!
ACHO UMA BOA IDEIA DO NOSSO GOVERNO.RESTA SABER SE TRIBUNAL DE PRAIA,TA BEM CONTRIBUI TAMBEM NESTE PLANO DE SEGURANÇA,TENDO EM CONTA QUE SEMPRE QUE POLICIA,FAZE SES TRABALHO,TRIBUNAL TA DISFAZE.
Kankan fedi, ker dizer kancan sábe, tu vem com tiorias de cuprir com as formalidades para se efectuar as revistas e buscas. Agora pergunto se os taghs irá perguntar a ti se estar de acordo pra te fazer as buscas aos teus pertences. Responda? Tenha santa paciencia.
Já se está a ver, "efectuados cercos por agentes da Polícia Nacional e soldados da Polícia Militar, em alguns bairros da capital, nomeadamente: Castelão, Coqueiro, Paiol, Achada Mato e Ponta d'Água, com o objectivo de permitir a realização de operações de revista e busca, por parte das Brigadas Anti-Crime e Investigação Criminal." Para efeitos de buscas e revistas, de certeza que não se vai cumprir com a lei. Existem leis que devem ser respeitadas em relação às formalidades de buscas e revistas. De igual modo existem formas e modos de proceder com um suspeito diferentemente de um cidadão comum. Se eventualmente não existe nenhuma suspeita que recai sobre um cidadão, tem o mesmo de aceitar de ânimo leve que seja revistado? A Constituição da República prevê resistência como um direito a ser respeitado em relação a um cidadão e, se um cidadão se resistir em relação à uma busca ou revista, o que será dele? Um soldado está em condições de comportar-se bem perante a uma recusa de um cidadão em ser revistado? Se as revistas vierem a recair eventualmente sobre os supostos Thug's, é capaz de parecer tudo bem, mas e, se não for encontrado com nada, o que será dele? O plano começou hoje às 10H00, sem que no entanto sabermos que dados têm que lhes permitem irem logo pelas buscas e revistas, que podemos até considerar irão recair sobre as pessoas inocentes. Em relação à BAC, todos sabemos do "modus operandis", que sempre vêm com agressões à mistura, restando-nos saber o dos soldados. Não sabemos quem é a pessoa responsável pela operação, partindo do princípio que a PJ faz o seu trabalho independente, que tem vindo a ser muito elogiado, não admitindo, por aquilo que temos estado a perceber, a dependência de ninguém que não seja competente legalmente reconhecido. A ver vamos. Tomara que tudo corra bem e passemos a ter de facto a segurança que todos desejamos e precisamos. Continuo a ser contra o patrulhamento militar, para alegadamente resolver o problema da segurança dos cidadãos, em virtude de o governo dispor de meios persuasivos, que devem ser utilizados em primeira mão. Entendo que a eficácia dos meios que o governo dispõe depende da capacidade e competência da pessoa que for dada a missão. Se for um pau-mandado ou um comissário político, a postura é política, mas se for um cidadão digno, capaz e competente, chegaremos lá, sem dificuldades de maior. Pois, todos nós devemos ter garantias efectivas de segurança, independentemente das convicções políticas e partidárias. Não queremos ver actuações selectivas por parte de qualquer das forças em presença, que “por força de circunstância”, estamos obrigados, até certo ponto a aceitar.
Nhós pensa ma thugs também ka tem sés planu? ochi dja algum dés ka ta sai na rua. Mas ka nhós dismoraliza!! Força!!


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