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Combate à fuga ao fisco e à informalidade entre os desafios da economia nacional

O ministro das Finanças destacou hoje o combate à informalidade, a fuga e evasão fiscais como desafios essenciais para o desenvolvimento da economia nacional.

 

Olavo Correia falava na abertura do Workshop sobre “Desenvolvimento do Mercado Secundário da Dívida Pública”, promovido pelo Banco de Cabo Verde e pela Bolsa de Valores.

Segundo o governante, Cabo Verde está confrontado hoje com “uma dimensão  extremamente importante a nível da informalidade económica”.

O desenvolvimento do mercado de capitais é outro desafio apontado pelo titular da pasta das Finanças.

“Quer na perspectiva interna, como também na perspectiva externa, para o desenvolver, precisamos de avançar em relação a um grupo de matérias, nomeadamente em relação ao desenvolvimento do mercado secundário, criando normas, criando instituições, adequando o quadro legislativo, formando os recursos humanos para que possamos lá chegar”, reiterou.

De acordo com o governante, nesta matéria, cabe ao executivo “criar um quadro no contexto doméstico, capaz de mobilizar todos os recursos disponíveis na economia e da diáspora, para financiar o desenvolvimento e as necessidades de desenvolvimento”.

Olavo Correia sublinha a importância de Cabo Verde encontrar soluções que lhe permitam financiar o seu desenvolvimento, principalmente, segundo disse, num contexto de elevado endividamento público.

 

 

segunda, 11 setembro 2017 16:46

3 Comentários

  • homem bispo 12-09-2017 Reportar

    meu caro para País andar com seus Pês é preciso que temos um Governo transparente nas coisas Público, ondes todos os servidores do Estado paga seus Impostos, todos os Operadores Economico quer nacional ou Estrangeiros paga seus Impostos conforme a Lei manda.
    Quando temos os Deputados na Assembleias com a divida elevado com o Fisco sobre IUR Declarativo, rendimentos Prediais e outros, mas quem paga Imposto é a Boia Fria com rendimentos a quem de desejar.

  • aviso 12-09-2017 Reportar

    Com esta governação a divida vai duplicar e depois os não culpados serão chamados para dar uma ajudinha.
    A não eficiência da Administração Publica esta nas chefias que só querem ganhar o dinheirinho com regalias a mais sem ninguém os chatear.
    A verdadeira eficiência da coisa publica só acontecera quando todas as mordomias acabar e forem promovido o mérito, retirando todos os benefícios desde casa, carros, telefone, subsidio A, B ou C e assumir o verdadeiro sentido de estado.
    Sabendo que estão lá para servir e não para ser servido.

  • Silvério Marques 11-09-2017 Reportar

    Quem muito abraça, pouco aperta ou quem fala e promete muito tarde ou cedo cai no mais profundo descrédito. Os governantes cabo verdianos ainda não colocaram os pés chão. Por esta e por outras razões que os estrangeiros já tomaram conta do pequeno comércio e depois irão apoderar-se de toda a economia deste país. Porquê Estamos a ver miragens, quando a realidade é cruel.

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