Expresso das Ilhas

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Hoje é dia de Expresso das Ilhas. Destaques da Edição 833

Nesta edição, o Expresso das Ilhas faz manchete com a troca de argumentos entre José Maria Neves e Olavo Correia sobre a TACV. Tudo começou com as críticas feitas, na segunda-feira, pelo antigo Primeiro-ministro à forma como o negócio da TACV tem vindo a ser gerido pelo governo. Num texto publicado na rede social Facebook, o ex-governante critica a falta de informação e de debate público em torno dos negócios. A resposta do ministro das finanças não tardou: “na bancada todos têm opinião. O Sr. José Maria Neves esteve 15 anos para fazer aquilo que devia fazer e não fez. Deixou um país sem qualquer visão do ponto de vista dos transportes aéreos e agora vem nos dar lições em como devemos actuar?”, escreveu Olavo Correia.

 

Também neste número, Francisco Louçã em Cabo Verde: Ninguém pode apagar as ideias da revolução de Outubro. Convidado pela Presidência da República de Cabo Verde para falar sobre o legado da Revolução Russa, o político português sublinha o lado positivo da luta bolchevique, sem esquecer também a herança “tenebrosa” do Estalinismo. Para o fundador do Bloco de Esquerda o comunismo teve falhas, mas, defende, o actual capitalismo “selvagem” também não é a resposta. A conversa com o Expresso das Ilhas decorreu antes da conferência no Palácio do Plateau.

Dia Mundial da Diabetes, é outro dos destaques: 199 milhões de mulheres vivem com a doença. Dados da OMS apontam que o número de pessoas a viver com diabetes quadruplicou, passando de 108 milhões em 1980 para 422 milhões em 2014. Com números mais actuais a revelarem 199 milhões de mulheres diabéticas, este ano o Dia Mundial do Diabetes tem como lema “Mulher e a Diabetes – o nosso direito a um futuro saudável”. A escolha resulta também de um olhar ao futuro que traz dados preocupantes como a previsão de que até 2040 eleva-se a 313 milhões o número de mulheres afectadas pela doença. Em Cabo Verde, não há ainda números concretos quanto a géneros, mas alguns indicadores apontam no sentido de seguir-se a tendência mundial.

A corrida ao ouro verde: África na competição pela canábis legal? Vários governos africanos estão a considerar seriamente bater à porta de um lucrativo recurso natural. Mais de 10 mil toneladas de canábis são produzidas no continente por ano, de acordo com um relatório das Nações Unidas, citado pela CNN, o que pode valer biliões de dólares no mercado global da erva legal que rapidamente se estende pelo planeta.

Parceiros sociais não conhecem OE2018. A Secretária-geral da UNTC-CS, Joaquina Almeida, acusou o governo de ter aprovado o Orçamento do Estado para 2018 sem ter apresentado o documento ao Conselho de Concertação Social. Jorge Spencer Lima, presidente da Câmara de Comércio e Indústria e Serviços de Sotavento, confirma ao Expresso que “só se conhecem as linhas gerais”.

Atlantic Music Expo: Ministério da Cultura sai e Câmara Municipal da Praia entra. O AME, um dos eventos mais aguardados na Cidade da Praia, será realizado nos próximos anos por privados em parceira com a autarquia da capital.

No interior, a opinião de José Almada Dias, São Vicente e a Economia Marítima: o regresso a um passado sem futuro ou a construção de uma ilha próspera? De Eurídice Monteiro, Providência; e textos de Manuel Brito-Semedo e Adriana Carvalho sobre o centenário do Liceu em Cabo Verde.

 

 

quarta, 15 novembro 2017 02:04

3 Comentários

  • Carlos Drummond 15-11-2017 Reportar

    O BE é simplesmente o somatório de três forças políticas todas com orientação bolchevista e que após a queda do Muro de Berlim e a consequente extinção do comunismo, numa operação cosmética sem precedentes mudaram de nome e abraçaram carinhosamente o capitalismo, mesmo "o capitalismo selvagem" que lhes proporciona uma vida de conforto e luxo que contradiz totalmente com os ideais que propagam.
    Hipocrisia em óptima forma e desonestidade política e intelectual.
    Neste ponto e um tanto ou quanto sadicamente tenho saudades do Arquipélago de Gulag onde muitos desses "cristãos novos" deveriam estar usufruindo dos prazeres e delícias do paraíso soviético.

  • LPM 15-11-2017 Reportar

    Meu caro Pedro. Eu vou comprar por que já há falsas notícias ou meias verdades ou sensacionalismo para vender papel,. Aqui há imparcialidade ou tentativa disso.
    Neste momento, na nossa terra há uma tendência estimulada por meios políticos para o falar mal e atentar contra a honra das pessoas ou caluniar instituições. Felizmente o Expresso não vai nesta onda.

  • Pedro 15-11-2017 Reportar

    Nada fresco. Um semanário tem que ter algo fresco e não notícias que todos já vimos... não vou comprar.

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