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Cabo Verde entre os melhores países lusófonos no acesso à Internet

Quatro em cada dez cabo-verdianos estão ‘conectados’ à Internet. De acordo com um relatório das Nações Unidas, agora divulgado, o arquipélago ocupa a posição 102, a nível mundial.

 

O documento, elaborado pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), afirma que 40% dos cabo-verdianos está ‘online’, ao mesmo tempo que conclui que a banda larga móvel é usada por 51.3% da população nacional.

Outro dado nacional diz respeito à quantidade de residências com Internet. Concluiu a UNESCO que 24,8% das casas do país estão ligadas à rede global.

O relatório Estado da Banda Larga foi lançado esta segunda-feira, em Genebra. A pesquisa indica que Timor-Leste tem somente 1,1% da sua população com o acesso à internet.

Lusófonos

Entre os países lusófonos, Portugal lidera o ranking com 64,4% dos habitantes com acesso à rede, ocupando o lugar 58 do ranking global. O Brasil tem 57,6% da sua população conectada e ocupa a posição 68 da lista.

São Tomé e Príncipe tem 24,4% da população com acesso à rede. Em Angola 24,3% da população podem navegar, Moçambique tem 5,9% e Guiné-Bissau 3,3%.

O documento foi preparado pela União Internacional das Telecomunicações, UIT, e a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco.

A pesquisa destaca que em cada 100 pessoas, o Brasil tem 78,1% com acesso à banda larga móvel. A seguir está Cabo Verde e depois Portugal, com 45,3%.

Angola tem 16,4% das pessoas com o tipo de conexão, São Tomé e Príncipe 9,8%, Moçambique 3% e Guiné-Bissau zero pontos percentuais.

Em relação às residências com internet nos países em desenvolvimento, o Brasil tem vantagem entre os lusófonos com 48%, ocupando a posição 32. Segue-se Cabo Verde com 24,8%, Angola com 8,6%, Moçambique com 6,2% e Guiné-Bissau com 1,9%. O estudo não apresenta dados de São Tome e Príncipe e Timor-Leste.

O acesso à rede quase atingiu a saturação nas nações ricas do mundo mas o avanço não é suficientemente rápido para beneficiar os milhares de milhões de pessoas que vivem no mundo em desenvolvimento.

Em todo o mundo, cerca de 3,2 mil milhões de pessoas estão agora conectadas, mais 300 milhões em relação ao ano passado. Com esse aumento, sobe para cerca de 43% a proporção da população global coberta pela rede.

O documento foi lançado em antecipação à Cimeira sobre os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, em Nova Iorque. Uma reunião paralela da Comissão da Banda Larga para o Desenvolvimento Sustentável será realizada à margem do evento.

quarta, 23 setembro 2015 06:00

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