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Cabo Verde deve criar mecanismos que facilitem a vida aos atletas de alta competição - Rodrigo Bejarano

Cabo Verde deve criar mecanismos que facilitem a vida aos atletas de alta competição - Rodrigo Bejarano facebook Gracelino barbosa

O presidente do comité paralímpico de Cabo Verde considera que o país está no processo de aprendizagem da participação em competições internacionais de alto nível, mas que deve criar condições que "facilitem" a vida aos atletas. Sobre Gracelino Barbosa, Rodrigo Bejarano explica que o atleta viajou sozinho porque as verbas não foram disponibilizadas atempadamente. 

 

Rodrigo Bejarano, que falava em entrevista à Rádio Morabeza, numa análise às condições que o país oferece aos atletas nacionais em competições internacionais, sublinha que é preciso ultrapassar aquilo que classifica de detalhes que impedem ou condicionam a participação dos atletas nas competições.

“O desporto não é uma coisa que se faça de um dia para outro. Por exemplo, a competição na Tailândia já tinha sido programada, feito o pedido das ajudas  ao Governo e aos parceiros. Mas há coisas que não são ultrapassáveis facilmente. A disponibilização de verbas é muito lenta, assinaturas, entrega de documentos, muita coisa” apontou.

Sobre Gracelino Barbosa, que viajou sozinho, sem apoio técnico ou médico para participar no Campeonato Mundial de Atletismo para a Deficiência Intelectual, que terminou hoje na Tailândia, Rodrigo Bejarano afirma que “as verbas não foram desbloqueadas a tempo”.

 


Passaporte diplomático

Nos últimos dias reacendeu-se o debate sobre a atribuição do passaporte diplomático aos atletas internacionais cabo-verdianos. O responsável do comité paralímpico de Cabo Verde afirma que o documento é uma ferramenta que facilita a vida dos desportistas e que o país tem que estar preparado para responder aos desafios e necessidades dos seus atletas de alta competição.

“A ideia é que cada caso é um caso e temos  que ter ferramentas para resolver esse problema, esse desafio. Há pessoas que o seu problema é mais do que um passaporte. Cada coisa tem a sua solução e nós temos que ter a capacidade, em Cabo Verde, de ultrapassar qualquer detalhe que pode aparecer e que vai contribuir para o sucesso dos nossos atletas”, destacou.

 

quinta, 18 maio 2017 14:44

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