Os riscos naturais e tecnológicos associados ao modo de vida urbano e as políticas de intervenção urbana serão temas de mais duas conferências do III Ciclo “Cidades e Globalização”, organizado pelo CIDLOT-UNICV. O ponto de partida deste momento de reflexão sobre a urbe são os exemplos da região centro de Portugal.
A FIFA anunciou que o seu Comité de Recursos está a analisar um recurso da Federação da Guiné-Equatorial na sequência da decisão emitida recentemente pelo Comité Disciplinar sobre uma queixa da Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF).
Cento e vinte cinco mil escudos é o valor da pensão que o governo vai atribuir a Dom Paulino Évora. Para o Bispo Emérito trata-se da reposição de uma legalidade plasmada num acordo missionário que estabelecia um salário mensal ao Bispo de Cabo Verde que nunca chegou a receber. “Na situação em que o bispo emérito se encontra, não seria razoável recusar”, comenta laconicamente.
Os padrões de criminalidade em Cabo Verde têm vindo a mudar - a agravar-se e a tornar-se mais complexos – comprometendo o desenvolvimento do país. De acordo com a Socióloga Nazaré Varela, dois grupos de factores poderão estar por detrás dessa criminalidade no contexto cabo-verdiano: “um que tem que ver com as transformações nas relações familiares e sociais e, outro, com as transformações socioeconómicas e os crescentes níveis de desigualdades sociais”. No entanto, salvaguarda, nem um nem outro gera, por si só, criminalidade.
Jorge Neto esteve de passagem por Cabo Verde para receber um donativo da Câmara Municipal da Praia e para terminar as gravações do seu próximo trabalho discográfico. Depois de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que quase lhe tirou a vida, Jorge Neto diz estar bem e preparado para pisar os palcos de Cabo Verde. O regresso está marcado para o dia 21 de Junho. E diz: “kelki ta da, ta da”. Nesta entrevista emocionante conheça os pormenores da vida daquele que é considerado um dos artistas mais carismáticos da música moderna de Cabo Verde. Ele que temeu a morte, o medo de nunca mais pisar os palcos, deixar os filhos e a mulher que no ventre trazia o terceiro rebento do casal.
Cerca de duas semanas depois da entrada em funcionamento dos parquímetros no Platô, muitas críticas têm surgido em relação ao processo de implementação e fiscalização. Acusada, entre outras coisas de falta de transparência e até ilegitimidade para este tipo de funções, a Câmara Municipal da Praia (CMP) defende-se e replica que as alegações são despropositadas e, acima de tudo, infundadas.
Desde Dezembro até Abril o Estado contraiu empréstimos num valor superior a dois milhões de contos junto da banca nacional. Os dados estão no último Boletim de Estatística Mensal, publicado no site do Banco de Cabo Verde na passada sexta-feira. As outras informações que constam no documento são também pouco risonhas para a economia cabo-verdiana: o crédito mal parado continua a aumentar e as remessas dos emigrantes a descer.
As autoridades, o Governo e a Câmara Municipal da Praia, conhecem dificuldades nos domínios dos transportes públicos, do trânsito em geral e do estacionamento de viaturas com que a cidade e os seus residentes lidam no dia-a-dia. Deficiências nos transportes públicos não favorecem a circulação de pessoas e a vida intensa da cidade que poderia existir com a comunicação fácil, previsível e segura entre os diferentes bairros. Porque não se pode contar com transportes, confortáveis, seguros e funcionando em horários certos, muitos optam por conduzir viatura própria nos seus afazeres. O próprio Estado mantém uma frota de carros muito maior do que eventualmente necessitaria. Táxis e hiaces circulam incessantemente pelas ruas à cata dos passageiros deixados para trás pelas falhas do sistema. Com todos esses carros nas ruas, o trânsito torna-se atroz nas horas de ponta e estacionar em certos sítios como o Platô passa a ser extremamente difícil.