Expresso das Ilhas

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Expresso das Ilhas - Actualidades
sexta, 30 setembro 2016 12:30 Publicado em Política

O PAICV disse hoje, em conferência de imprensa, que o ano lectivo que agora começou “teve perturbações provocadas pela repentina e atabalhoada substituição dos dirigentes e gestores escolares”.

sexta, 30 setembro 2016 10:48 Publicado em Desporto

Teve início este domingo, 25, a segunda fase do Campeonato de Xadrez da Praia, na sede da Associação da modalidade. Nesta fase, oito jogadores irão concorrer ao título máximo atribuído pela AXP.

 Como indica a tabela acima, as pretas venceram nas três primeiras partidas e registou-se um único empate entre Edson Brito e Gil Teixeira. Foi consenso entre a assistência que a partida mais bem disputada foi a primeira entre Luís Barros, vencedor da preliminar do referido campeonato e o número 1 de Cabo Verde no ranking da FIDE, António Monteiro.

Nas palavras de David Anes, presidente da Associação de Xadrez da Praia, o propósito da Preliminar e do Campeonato Absoluto ora iniciado é “dar mais competição aos nossos xadrezistas para estarem mais bem preparados para uma eventual competição a nível nacional a se realizar ainda este ano e dinamizar o xadrez em todo o concelho da Praia”. 

O Campeonato Absoluto que homenageia o Mestre Ramiro Barbosa Vicente será disputado no sistema todos contra todos a duas voltas, com a seguinte calendárização:     

Campeonato de Xadrez Ramiro Barbosa Vicente

 

sexta, 30 setembro 2016 10:42 Publicado em Cultura

Este fim-de-semana, o grupo de teatro Juventude em Marcha brinda os praienses com duas actuações da peça “Chuva Braba”.

sexta, 30 setembro 2016 10:08 Publicado em Presidenciais 2016

Porque é que decidiu avançar com esta candidatura?

Decidi avançar porque foi uma promessa feita em 2011. Logo após a votação, prometi ao povo de Cabo Verde que seria candidato em 2016. Neste momento, estou em plena campanha e também estarei em 2021.

 

Entre os quatro candidatos, em 2011, o Joaquim Monteiro foi o menos votado.

Em 2011 apresentei-me ao povo cabo-verdiano porque devia e podia ser candidato presidencial. Fui um candidato que anunciou a sua candidatura no espaço de quase 48 horas, fazendo a recolha das assinaturas e foi aceite pelo Supremo Tribunal de Justiça.

 

Está satisfeito com a forma como as coisas correram, nessa altura?

Acho que sim, porque a mensagem passou e de que maneira. Mais no plano internacional do que no plano nacional. Lá fora, a minha candidatura foi enquadrada no contexto da política internacional.

 

Porque é que acha que foi mais aceite a nível internacional do que nacional?

Acho que a nível internacional os meios de informação estão mais atentos, talvez mais qualificados.

 

Quais as linhas centrais da sua candidatura?

É continuar o trabalho desencadeado em 2011. Não mudei o meu slogan de campanha que é “uma candidatura do povo de Cabo Verde, com o povo de Cabo Verde e para o povo de Cabo Verde”. E contínuo com a mesma óptica filosófica e de terreno ao longo desta campanha.

 

Pode falar-nos dos principais pontos da sua plataforma?

A minha plataforma é, de uma forma geral, universal. É levar esse barco que é Cabo Verde, em tudo aquilo que me confere a Constituição, e mais além daquilo que é um candidato que não é suportado por um partido político. Vejamos que um candidato que é suportado por partidos políticos, seja de que partido for, é um candidato do partido, será um Presidente do partido e nunca um candidato do povo de Cabo Verde ou um Presidente do povo cabo-verdiano.

 

O facto de não ter qualquer apoio expresso de nenhum partido político pode condicionar de alguma forma os resultados?

Não. Quando digo que a eleição está ganha é porque quem ganha com esta candidatura é o povo cabo-verdiano. É a juventude cabo-verdiana que mais precisa de ser esclarecida sobre como votar, porquê votar e para quê votar.

 

Quando diz que quer levar este barco que é Cabo Verde a bom porto, está a referir-se exactamente a quê?

A todos os aspectos. Vejamos a educação: precisamos de uma fórmula que se adapte bem à nossa realidade. A nível da saúde. Diria que, em Cabo Verde, é necessário fazer um trabalho atempado a todos os níveis para que o país se desencrave desse subdesenvolvimento em que se encontra. Porque apregoam um Cabo Verde que já atingiu o nível de país de desenvolvimento médio, mas isso ainda não foi atingido. Nós, quando percorremos esses bairros de pobreza e de miséria, onde ainda há gente que apanha bocados de comida nos contentores de lixo, constatamos que este país ainda não é de desenvolvimento médio. Depois temos o aspecto salarial. O salário mínimo praticado em Cabo Verde é de bradar aos céus. Nós devemos e temos de andar de forma diferente.

 

Que objectivo pretende alcançar?

O meu objectivo é, num mandato de cinco anos, transformar toda a realidade cabo-verdiana. Levando os outros parceiros, que são a Assembleia Nacional e a Administração Pública Cabo-verdiana, que é liderada pelo primeiro-ministro, de mãos dadas, para que possamos planificar Cabo Verde e darmos uma orientação ao nosso país. Porque, sem dúvida, precisa.

 

De que nova orientação é que o país precisa?

É fazer tudo aquilo que ainda não foi feito, em todos os sectores. Por exemplo, vemos milhares de jovens no desemprego, sem esperança, sem uma luzinha no fundo do túnel que lhes permita dizer que, afinal, valeu a pena a independência de Cabo Verde. O país tem que andar mais depressa. Já consegui provar que é um país viável e que a sua riqueza está na cabeça das pessoas. É precisamente a massa cinzenta que acaba por transformar todas as realidades dos territórios.

Quem é que está consigo nesta candidatura?

É o povo de Cabo Verde. Por aquilo que tem acontecido nestes dias de campanha, posso dizer que o povo está com esta candidatura. Quando disse que é a candidatura do povo de Cabo Verde, com o povo de Cabo Verde e para o povo de Cabo Verde, pressuponho que o povo do país terá que decidir o seu próprio destino, sob forma de referendo. Por exemplo, à imagem daquilo que se fez na Inglaterra ou na Suíça que é um modelo interessantíssimo. Eu sou apaixonado pela política geo-definida daquele país. Quase tudo aquilo pode ser aplicado em Cabo Verde. Só a ilha de Santa Luzia daria para se equacionar o problema do povo cabo-verdiano. A ilha tem uma área geográfica e geofísica maior do que Macau. Macau tem uma população talvez como a de Cabo Verde. Vivi lá durante dois anos e serviu-me como inspiração de que Cabo Verde é uma realidade de futuro.

Portanto, tem ideias, também, para a ilha de Santa Luzia.

Sim. Macau não tem a potencialidade que tem Santa Luzia. Quando digo que Santa Luzia equacionaria os problemas de Cabo Verde as pessoas ficam incrédulas, mas é uma realidade.

 

Pode explicar melhor como é que Santa Luzia poderia ser usada para a resolução dos problemas de Cabo Verde?

Estou dando o exemplo para mostrar que nos damos ao luxo de ter uma ilha abandonada, desabitada e à espera de um dia se integrar no contexto de desenvolvimento de Cabo Verde.

 

Como já referiu, o seu lema de campanha é o mesmo de 2011. Porquê?

Quando digo o slogan, quer dizer que não sou eu a candidatar-me. É apenas uma forma de referir-me àquilo que será o meu projecto futuro. O povo de Cabo Verde é que vai beneficiar. É uma forma de levar avante todo o trabalho que se tem a fazer sob a forma de referendo. Quando o povo acaba por referendar tudo, acaba por se pronunciar sobre aquilo que se refere ao desenvolvimento do seu país, a toda a sua estrutura. Assim, é o povo a assumir o destino do país. É a forma mais bonita que se tem de governar pequenos povos ou grandes povos, em qualquer dimensão.

 

O Joaquim Monteiro quer dar ao povo de Cabo Verde a oportunidade de guiar o país?

A fórmula é levar o povo a assumir as rédeas governativas do país, sob a forma de referendo. A nossa Constituição terá que ser balizada, terão que ser definidos parâmetros próprios que convirão ao país.

 

Que vantagens é que isso teria para o país?

Primeiro, a Constituição terá que ser revista, porque não temos um referendo do povo de Cabo Verde. A Constituição cabo-verdiana foi elaborada, ou talvez copiada, de outras Constituições. Não foi referendada pelo povo e a nossa Constituição de futuro e para o futuro terá que ser referendada.

 

Quer dizer que a actual Constituição não é do povo?

Não é, porque, senão é a minha Constituição, também não é a Constituição do povo de Cabo Verde.

 

Tem defendido melhores condições de vida para os cabo-verdianos. Como Presidente da República, de que forma pretende actuar para a melhoria dessas condições?

Já disse que serei sempre um companheiro dos outros órgãos de soberania, desempenhando a minha função de presidente, o mais alto magistrado da nação cabo-verdiana. O Governo não será nada mais, nada menos, do que um parceiro. A Assembleia Nacional será sempre uma parceira, sempre de mãos dadas.

 

Disse em São Vicente que, caso seja eleito, junto com o Governo, vai resolver a questão da habitação nos próximos cinco anos. Como?

Esta questão será planificada, porque Cabo Verde ainda não se planificou a curto, médio e longo prazo. Todo e qualquer país deve planificar-se para saber para onde vai e como vai. Isso exige recursos que vamos viabilizar para que se faça. Não pedindo esmolas, mas sim negociando com os parceiros internacionais, sob a forma de concessão de créditos para que todo esse trabalho se faça.

 

Na sua perspectiva, que país é que temos neste momento?

Temos um país desequilibrado, atrasado e aguardando por melhores dias. Se olharmos para a estrutura socioecónomica de Cabo Verde concluímos que o caminho que temos para percorrer é longo, porque há um enorme trabalho a ser feito.

 

A Constituição da República é que guia a acção do Chefe de Estado. Como é que pretende desempenhar o papel de defensor da Constituição?

Ponho tónica no facto de ser necessário rever a Constituição ao longo do mandato. De forma concertada, justa e precisa para que possamos um dia dizer que já temos algo preparado para o futuro das crianças de Cabo Verde.

 

Defende que a Constituição não está bem como está. Foi revista em 2010. Não ficou satisfeito?

Não me dá satisfação. Já disse e insisto que não é a minha Constituição, porque não me pronunciei sobre ela e a forma como foi referendada.

 

Disse, em Santo Antão, que vai vencer as eleições se conseguir combater a máquina fraudulenta. Explique melhor.

A máquina fraudulenta instalou-se em Cabo Verde ao longo das campanhas que se têm feito. Esta máquina vai continuar a provocar danos terríveis, bloqueando todo o processo de desenvolvimento do nosso país. As pessoas de todo esse sistema fraudulento são criminosos e portanto devem ser punidos pela lei. As votações em Cabo Verde têm sido feitas de forma subornada, comprando votos e exercendo influência. Pessoalmente, tenho provas, mas são provas minhas. As instituições que se ocupam disso que façam o seu trabalho. Isso aconteceu em 2011, porque o meu score de votos não foi aquilo que o eleitorado cabo-verdiano me deu. A quantidade de votos que me foi roubada foi enorme e tenho provas disso. Mas na altura preferi esquecer isto porque não estava nos meus planos impugnar as eleições. Neste momento, tenho uma máquina chamada anti-fraude apta para detectar toda e qualquer fraude que venha a acontecer ao longo das presidenciais. E se essa máquina detectar fraude serei coagido a impugnar as próximas eleições.

 

Isto quer dizer que desta vez está mais preparado para a corrida presidencial?

Estou mais preparado e mais à vontade para conseguir fazer isso. Acredito na CNE e já disse que não vou pôr fiscais a supervisionar o trabalho de uma instituição da República. A CNE que faça o seu trabalho, porque acredito que tem capacidade de desempenhar estas funções cabalmente, para o bem das eleições em Cabo Verde.

 

Isto significa que está à espera que os resultados sejam diferentes.

As eleições serão diferentes. Nas eleições do dia 2 de Outubro o sistema fraudulento não vai funcionar, porque se houver fraude a estrutura já existente vai detectar toda e qualquer tentativa. E vai impugnar as eleições e tudo será denunciado a nível universal.

 

Disse que se conseguir combater essa máquina fraudulenta, vence a eleição. As suas expectativas são de que vai ganhar?

Não sou eu que digo. A máquina anti-fraude está montada, não é minha e vai funcionar para o bem de todos nós. Sei que ela existe e vai funcionar, mas não sei quem a montou. Está preparada apenas para as eleições do dia 2 de Outubro. Tenhamos em atenção que estas eleições serão determinantes para o futuro das crianças destas ilhas. Porque os resultados vão permitir ao povo de Cabo Verde beneficiar o potencial existente. Imaginemos alguém que tem um salário mínimo de 11 contos passar a receber 30, vai mudar muito a vida do agregado familiar.

 

Na realidade de Cabo Verde é possível aumentar, em cinco anos, o salário mínimo para 30 contos?

Pode ser. Vemos os nossos parceiros como a Madeira, os Açores e as Canárias e o salário mínimo que praticam. Cabo Verde pode sim atingir o nível de desenvolvimento que têm esses arquipélagos. Não há um longo caminho a percorrer, porque é uma questão de ‘facultação’ de meios para se fazer esse trabalho de uma forma planificada. Eu vou fazer isso. Já prometi e o que eu prometo, cumpro. É uma questão que se desencadeia por etapas.

 

Se for eleito Presidente da República qual vai ser o primeiro passo neste sentido?

Há que preparar e criar condições e viabilizar meios para que tudo isso se faça em concertação com os outros órgãos existente no país.

 

Nos próximos cinco anos terá um Governo central e uma maioria de câmaras da mesma cor política. Sendo eleito, de que forma pretende equilibrar o poder em Cabo Verde?

Na qualidade de um presidente não eleito com o apoio de um partido estarei à vontade para desenvolver um trabalho com as outras estruturas e de certeza que irão colaborar com tudo aquilo que será o projecto para Cabo Verde.

 

Não estar ligado a nenhum partido dá-lhe mais espeço de manobra?

Dá-me espaço e sinto-me à vontade, porque estando ligado a qualquer partido fico constrangido e limitado em termos de movimentação, seja ela intelectual ou física.

 

Pensa que o candidato Jorge Carlos Fonseca, por ter o apoio de um partido político, pode estar concionado?

Claro que fica.

 

Já visitou algumas ilhas durante a campanha, como é que tem sido o contacto com as pessoas?

Tem sido surpreendente porque o que sinto é que, realmente, o povo está consciente da missão que tem pela frente. A recepção não se compara à de 2011. Na altura eu não era conhecido e durante este tempo estive no estrangeiro a preparar-me para estas funções que tenho que desempenhar.

 

Quais são os principais problemas que tem encontrado?

Os problemas que tenho constatado nas diferentes ilhas são o esboço dos problemas que existem. Há muitos recursos que têm sido disponibilizados para Cabo Verde que deviam ter sido mais bem aplicados. Deve-se pôr cobro ao estado de esbanjamento que se implantou em Cabo Verde, juntamente com a corrupção, que é um dos grandes responsáveis pela fraude eleitoral que se implantou entre nós. Cabo Verde precisa de uma instituição bancária capaz de desencadear o processo de desenvolvimento do país. O ser humano não precisa de pedir esmolas, precisa ter instituições credíveis que concedam créditos.

 

Como é que funcionaria este banco?

Esta é uma ideia que apresentei em 2011. Na altura, disse que as acções desse banco valeriam 100 escudos porque são pequenas acções que se transformam em grandes sonhos. Seriam essas pequenas acções a dar força e dinâmica a essa estrutura bancária. Somos um povo muito pequeno e um bom banco em Cabo Verde, bem organizado, responsabilizar-se-ia de sobra para o desenvolvimento das ilhas.

 

Um banco desse género seria viável em Cabo Verde?

É viável. Eu prometi e espero que um dia possa ser implementado. Sei o que devo fazer, sei o que posso fazer e sei o que deverei fazer para isto.

 

Estas eleições completam um ciclo três eleições no mesmo ano. Teme uma elevada abstenção?

A abstenção é um estado de desinformação. Se não for feito um trabalho durante estes dias de campanha, e isso exige recursos avultados, a abstenção vai se situar à volta de 52%.

 

O Joaquim Monteiro tem dito que tem feito uma campanha pedagógica. Também tem falado com as pessoas no sentido de combater a abstenção?

Sim, ainda ontem estive a mostrar e a ensinar algumas pessoas como votar, com o objectivo de fazer um trabalho pedagógico nessa matéria. Devemos fazer isto porque acho que nunca foi feito. Há um trabalho ‘desinformativo’. Ao que parece, há estruturas que ao longo da campanha solicitam precisamente a abstenção.

 

Qual é o papel do Presidente da República no combate à abstenção e na informação da população?

O Presidente da República, ao situar-se nesse patamar que é o exercício do mais alto magistrado da nação, deve assumir as suas funções em pleno e não começar a fugir.

 

Defende que o voto deveria ser obrigatório?

Sim, o eleitor devia ir votar. O eleitor tem a opção do voto nulo, mas deve participar nas eleições. Há quem não vote por estar doente ou por residir onde não está recenseado, mas estes são casos esporádicos que não têm significado nos resultados eleitorais.

 

Caso seja eleito, que medidas vai tomar neste sentido?

Seria uma medida não de influenciação, mas preventiva. Tudo o que se passa em nosso benefício deve ser concertado entre o mais alto magistrado da nação e os outros órgãos que também colaboram nesse tipo de processos.

 

Medida preventiva, como?

Por exemplo, há uma lei que é elaborada e muitas vezes a elaboração de uma lei custa muito. Mas havendo uma concertação prévia acabamos por não deixar que esbanjamentos aconteçam com os vetos. Se uma lei é bem-feita e referendada, nunca é vetada. Os problemas dos países se equacionam quando as leis têm aplicabilidade prática no terreno. Em Cabo Verde votam-se leis, elaboram-se leis, mas que não têm aplicabilidade prática.

 

Está a criticar alguns vetos que têm acontecido?

Não, mas esses vetos que têm acontecido não deveriam existir. Simplesmente de uma forma preventiva eliminaria a hipótese que tal acontecesse.

 

Com o Joaquim Monteiro vai ser diferente?

Não para mim, mas sim para o povo cabo-verdiano. Eu não existo. É o povo que vai administrar estas ilhas. Temos que levar o povo a assumir as suas próprias responsabilidades, porque quando referendamos aquilo que se deve fazer, transferimos a responsabilidade para o povo. É a forma inteligente de se transmitir o poder ao povo.

 

O que é que vai fazer no dia a seguir às eleições?

Irei continuar a trabalhar inspirado como todos os dias.   

 

Texto originalmente publicado na edição impressa do Expresso das Ilhas nº 774 de 28 de Setembro de 2016.

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